Gula d’água
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A voracidade poética de Luciene Carvalho em Gula d’Água expressa a sede por amor de uma mulher insaciável, Sede que não se satisfaz com pouco. O amor que permeia a obra se trata de um movimento torrencial. As três partes, intituladas cama, mesa e banho, nos direcionam para o cotidiano feminino, pois seja na cama, na mesa ou no banho sempre é tempo para o amor.
O amor apresentado na poética luciênica em Gula d’Água, apesar de toda a voracidade, é carregado de intimidade e afetividade, que são demarcadas pelo espaço de convivência em todas as estações do ano, em todas as fases da lua.
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LUCIENE CARVALHO é escritora e poeta. Publicou Conta-gotas; Sumo da lascívia; Aquelarre ou o livro de Madalena; Porto; Cururu e Siriri do Rio Abaixo (Instituto Usina); Caderno de caligrafia (Cathedral); Teia (Teia 33), Devaneios poéticos: coletânea (EdUFMT); Insânia (Entrelinhas); Ladra de flores; Dona e Na pele (Carlini & Caniato). Essas obras conquistaram prêmios e condecorações. Parte importante do seu trabalho, como declamadora, se faz em shows poéticos em que une figurino, efeitos cênicos e trilhas musicais para oferecer sua poesia viva e colocá-la a serviço da emoção da plateia.
Luciene ocupa a cadeira n.º 31 da Academia Mato-Grossense de Letras.
| Peso | 0,144 kg |
|---|---|
| Dimensões | 13,8 × 20,8 cm |
| Edição |
1ª |
| Ano de publicação |
2021 |
| Páginas |
112 |
| ISBN |
978-65-88600-53-5 |
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