Mato Grosso por Rai Reis (e-book gratuito)
Ao explorar cenários singulares, de cartões-postais a recantos peculiares, Rai Reis compartilha com seus leitores as emoções de cada momento captado por suas lentes, que pode ser sereno, de contemplação, ou energizante, com doses extras de adrenalina e potência.
Categorias: Arte / Fotografia, Carlini & Caniato, Lançamentos
Descrição
Informação adicional
| Dimensões | 26 × 23 cm |
|---|---|
| Páginas |
144 |
| Edição |
1ª |
| Ano de publicação |
2021 |
| ISBN |
978-65-88600-84-9 |
Produtos relacionados
Enquanto muitos gritam, nós lemos
R$45,90
A obra explora a intertextualidade e apresenta, de modo criativo, um diálogo ficcional entre personagens clássicos da literatura — Hamlet, Capitu, João Grilo e ainda Zé Pacato, criado pelo próprio autor. Nessas conversas filosóficas, eles abordam a dificuldade do leitor iniciante em deixar de lado os apelos da sociedade contemporânea em rede, veloz e exigente, que “grita”, subtrai tempo de vida das pessoas e as afasta do tesouro que a leitura de livros proporciona: parar, sentir, refletir e, sobretudo, silenciar interiormente.
Doze contos – interpretando a miragem
R$48,00
Doze contos – interpretando a miragem evidencia ciclos femininos, pois marca na divisão dos meses do ano a desconstrução da imagem da mulher fixada em regras de comportamentos de cunho moralizante. Luciene rompe com a ideia homogeneizante do ser mulher ao trazer personagens que representam situações cotidianas porém, que nos fazem refletir sobre a situação social da mulher abandonada, da mulher que vive em função do outro, da sexualidade, do incesto e do trabalho. Nesse sentido, refletir sobre a escrita da mulher é se deparar com a revelação do não dito no decorrer da história.
Agnus Dei – A voz dos sinos
R$67,80
Era um tempo cinza, às vésperas do Golpe Militar de 1964, mas em São João Del-Rei, nas Minas Gerais, o badalar dos sinos das igrejas marcava o compasso e o descompasso de uma história poética, sinistra e, sobretudo, surreal. A Voz dos Sinos é um relato-testemunho do personagem Julian, filho caçula do comendador Coriolano Gregory, pai tirano, cínico, sensual, abusado e com um passado obscuro.
A trama envolve mortes, suspense e mistérios sincronizados com o ressoar dos sinos da cidadezinha encravada em um cenário colonial que se esvai afunilando tudo para um desfecho ilógico dos fantasmas de uma antiga Ordem de Cavalaria Medieval.
Descalços
R$45,30
Uirapuru
R$68,00
O sertão é coisa...
O sertão não tem definição.
É alma e coração.
Uirapuru, Terra do Adeus... é um credo sertanejo. Ainda não dá para afirmar que o Brasil seja totalmente urbano, mesmo as áreas mais adensadas do país sofrem influência do modo de ser do caboclo, ao menos em algum comportamento. Temos pontualmente a música, costumes e linguagem, como determinantes dessa presença indiscutível.
A narrativa apresentada em terceira pessoa, onde o narrador se apresenta em determinados momentos, quase imperceptível para um leitor menos atento, que se esquece de sua presença inicial, e não o identifica sentado em uma mesa, ou ouvindo uma história da boca dos naturais, ou lendo em dados registrados.
Passaram-se pouco mais de oitenta anos desde a criação de uma estratégia de interiorização, o programa “Marcha Para o Oeste”, um ousado plano de inclusão territorial, social, com projetos de desenvolvimento criados para estimular uma maior presença humana brasileira no Centro Oeste e Norte do país. Todavia, os processos migratórios não obedeceram necessariamente a vontade governamental, e nesta situação muitas histórias diametrais e conflitantes passaram pela vida/tempo, deixando e levando sua marca.
O choque e o descaso do progresso, que vem com máquinas barulhentas, empurrando os que não se adaptam e premiando quem entende e se alia ao mesmo. O progresso não reconhece passado, ou pioneirismo. O progresso é a marcha necessária que pisoteia o despreparo.
UIRAPURU, TERRA DO ADEUS. Auto do Sertão: O Evangelho de João da Cruz. É uma história urgente, hilária, lacônica. É o Brasil se descortinando.
O autor
Contos escolhidos de Jose de Mesquita
R$59,90
A obra organizada por Eduardo Mahon, contém introdução que contextualiza a produção literária de José de Mesquita, considerado “O Patrono da Literatura Mato-grossense” e ainda justifica e analisa a seleção dos contos selecionados, os quais são reproduzidos integralmente, na sequência. Sendo eles: “Corá”; “O drama do ‘arrombado’”; “A burguezinha ou as linhas ocultas do destino”; “A cavalhada”; “Renúncia”; “Sangue sertanejo”; “Fortunato ou o forçado da felicidade” e “A mandinga”.
A publicação, lançada no ano de comemoração do centário da Academia Mato-grossense de Letras, instituição essa de maior importância na área no Estado e fundada por Joé de Mesquita, oportuniza estudo sobre literatura, linguística, filologia, história e o contato direto com contos publicados em quatro livros, nas décadas de 30 e 40, mas esgotado há muitos anos.
Água não tem galho
R$63,90
Água não tem galho traz como matéria um lugar. Sob a forma do conto, instaura suas narrativas num espaço comum. Cuiabá é a porção em que os narradores se pronunciam, os tempos progridem, os conflitos amarram. A cidade é o lugar-personagem onde todas as personagens se movem, do começo ao fim.
O livro reúne cinco autores, que se conheceram entre oficinas literárias e continuaram se reunindo,
para prosear sobre literatura, mas também tecê-la. Em cada autor, uma Cuiabá para macular a ideia de cultura regional pura.
A Nova Defensoria Pública e os Desafios Contemporâneos da Inteligência de Estado
R$49,00
A obra é formada por 12 artigos, que tratam dos novos desafios os quais demandam novas ações e inéditas estratégias no âmbito da Defensoria Pública.
Do planejamento à execução de atividades relacionadas à gestão e às ações finalísticas, o foco principal é o cumprimento das funções institucionais de forma produtiva e eficiente. Não há mais espaços para os “achismos” e as improvisações tão nefastas ao bom desenvolvimento de estruturas da Administração Pública.
A construção desse novo paradigma pressupõe a implantação de uma inovadora cultura, calcada em práticas como prevenção, produção qualificada de conhecimento, análise de cenários, avaliação de riscos e proteção de dados, além do emprego de técnicas e equipamentos para o aperfeiçoamento da segurança institucional.
Nada mais justo e adequado, pois, que uma Instituição de Estado, permanente e essencial, se fortaleça com ferramentas de Inteligência, visando identificar ameaças, riscos e oportunidades ao bom desenvolvimento de suas funções em benefício da sociedade.
A incorporação da Inteligência nas atividades institucionais da Defensoria Pública é algo imanente à importância estratégica da própria instituição, mesmo porque, na defesa da dignidade humana, fundamento de nossa República, a atuação funcional dos seus membros, por vezes, incomoda agentes e grupos que ousam perpetuar a realidade de violações atentatórias aos interesses da nação.

