A medusa de aço
R$53,90
Os poemas captam purezas e impurezas da urbe, onde o passado é irrelevante e o futuro pode muito bem ser o imediato desdobramento do presente que se torna polimorfo, movediço, inseguro e, ao mesmo tempo, incomumente encantador.
Disponível por encomenda
Categorias: Carlini & Caniato, Poesia
Descrição

Eduardo Mahon, é escritor e dramaturgo, com diversos livros publicados, entre os quais destacam-se os romances: Alegria; A gente era obrigada a ser feliz; Mea Culpa; Eles não podem tirar isso de mim, além dos cinco títulos da coleção Contos Estranhos. Dedica-se a editar e Revista Literária Pixé, um empreendimento que reúne escritores e artistas plásticos de todo o Brasil.
Informação adicional
| Peso | 0,152 kg |
|---|---|
| Dimensões | 13,8 × 20,8 cm |
| Edição |
1ª |
| Ano de publicação |
2021 |
| Páginas |
96 |
| ISBN |
978-65-88600-64-1 |
Você também pode gostar de…
Inclassificáveis
R$48,70
A pacata rotina da cidade de Cartesinos se transforma completamente com a chegada do circo. Mas não é um circo qualquer. A trupe que se apresenta na cidade é tão estranha que seus integrantes passam a ser conhecidos como “inclassificáveis”. A narrativa baseada no impacto da arte no cotidiano embrutecido conduz o leitor a refletir sobre a importância de valores imateriais no mundo contemporâneo. Descobriremos que o sonho é tão essencial quanto a vida.
Obra aprovada no PNLD 2021.
Contém material de apoio ao professor na aba "sala dos professors"
Produtos relacionados
Enquanto muitos gritam, nós lemos
R$45,90
A obra explora a intertextualidade e apresenta, de modo criativo, um diálogo ficcional entre personagens clássicos da literatura — Hamlet, Capitu, João Grilo e ainda Zé Pacato, criado pelo próprio autor. Nessas conversas filosóficas, eles abordam a dificuldade do leitor iniciante em deixar de lado os apelos da sociedade contemporânea em rede, veloz e exigente, que “grita”, subtrai tempo de vida das pessoas e as afasta do tesouro que a leitura de livros proporciona: parar, sentir, refletir e, sobretudo, silenciar interiormente.
Mascote do caos
R$53,90
Mascote do caos traz "cronicontos" divertidos que misturam ficção e realidade. Assim como sugere o título, um cãozinho, fofo e simpático, mas que “toca o terror” subvertendo a ordem das coisas, os textos de Lucas provocam no leitor(a) essa mesma sensação, pois em sua maioria partem de uma linguagem jornalistica para relatar situações bizarras de forma questionadora, criativa e divertida. Para além dos textos muito bem humorados há a sagacidade da crítica ao modo de vida da sociedade contemporânea.
Doze contos – interpretando a miragem
R$48,00
Doze contos – interpretando a miragem evidencia ciclos femininos, pois marca na divisão dos meses do ano a desconstrução da imagem da mulher fixada em regras de comportamentos de cunho moralizante. Luciene rompe com a ideia homogeneizante do ser mulher ao trazer personagens que representam situações cotidianas porém, que nos fazem refletir sobre a situação social da mulher abandonada, da mulher que vive em função do outro, da sexualidade, do incesto e do trabalho. Nesse sentido, refletir sobre a escrita da mulher é se deparar com a revelação do não dito no decorrer da história.
Agnus Dei – A voz dos sinos
R$67,80
Era um tempo cinza, às vésperas do Golpe Militar de 1964, mas em São João Del-Rei, nas Minas Gerais, o badalar dos sinos das igrejas marcava o compasso e o descompasso de uma história poética, sinistra e, sobretudo, surreal. A Voz dos Sinos é um relato-testemunho do personagem Julian, filho caçula do comendador Coriolano Gregory, pai tirano, cínico, sensual, abusado e com um passado obscuro.
A trama envolve mortes, suspense e mistérios sincronizados com o ressoar dos sinos da cidadezinha encravada em um cenário colonial que se esvai afunilando tudo para um desfecho ilógico dos fantasmas de uma antiga Ordem de Cavalaria Medieval.
Contos escolhidos de Jose de Mesquita
R$59,90
A obra organizada por Eduardo Mahon, contém introdução que contextualiza a produção literária de José de Mesquita, considerado “O Patrono da Literatura Mato-grossense” e ainda justifica e analisa a seleção dos contos selecionados, os quais são reproduzidos integralmente, na sequência. Sendo eles: “Corá”; “O drama do ‘arrombado’”; “A burguezinha ou as linhas ocultas do destino”; “A cavalhada”; “Renúncia”; “Sangue sertanejo”; “Fortunato ou o forçado da felicidade” e “A mandinga”.
A publicação, lançada no ano de comemoração do centário da Academia Mato-grossense de Letras, instituição essa de maior importância na área no Estado e fundada por Joé de Mesquita, oportuniza estudo sobre literatura, linguística, filologia, história e o contato direto com contos publicados em quatro livros, nas décadas de 30 e 40, mas esgotado há muitos anos.
O vírus do Ipiranga
R$45,90
As personagens do livro de contos O vírus do Ipiranga vivem situações limítrofes, pressionadas pela angústia da quarentena. Forçadas a vivenciar o isolamento social, evidenciam suas neuroses até o limite do verossímil. Surgem nessa zona cinzenta entre o possível e o impossível situações que obrigam o leitor a refletir sobre a própria humanidade, seus medos, desejos, ambições e angústias. Eduardo Mahon encerra a coletânea com um texto longo a costurar realidades sociais simultâneas, tão longe e tão perto de todos nós.
Galileu dançou por muito menos
R$45,90
O angustiante cotidiano de Adalberto fica ainda mais opressivo quando ele recebe a notícia de que o antigo espelho veneziano está quebrado. Ao conferir a informação, depara com o insólito: um outro Adalberto surge para dizer duras verdades que o protagonista precisa ouvir a fim de passar a limpo a própria vida. O conto de Eduardo Mahon coloca o leitor frente a frente consigo mesmo a perguntar-se: será possível?
…já não podem ser amanhã
R$48,20
...já não podem ser amanhã de Ângela Coradini é um discurso amoroso, travado por uma voz poética feminina que se dirige ao interlocutor amado, chamado simplesmente de “você”.
Nesses poemas sem títulos, numerados de 1 a 51, os versos são curtos como se fossem sussurros, pronunciados perto dos ouvidos de quem se ama. O leitor esbarra numa releitura contemporânea das cantigas de amigo medievais, mas agora a voz que se impõe é realmente a de uma mulher (e não a de um homem falando por ela). Uma mulher que sofre e deseja. Uma mulher que assume o papel de autora da própria vida e dos próprios versos. Essa é Ângela Coradini, nos apresentando os amores como são hoje e que já não podem ser amanhã.
