Golpe de Vista
R$86,00
O conto homônimo que dá título ao livro Golpe de Vista trata do infortúnio de Azeredo que, depois da separação, decide construir uma casa em condomínio nobre. Uma vez finalizada a obra, a personagem tem a impressão de que os cômodos sofrem bruscas alterações de tamanho e vivencia o tormento da incerteza. Outros episódios insólitos chamam a atenção do leitor como, por exemplo a história de um edifício em que os apartamentos vão desaparecendo sem motivo aparente. Neste novo livro de Eduardo Mahon, há contos que possivelmente despertem polêmicas porque desestabilizam a noção contemporânea do politicamente correto como, por exemplo, a narrativa sobre uma inacreditável criação de anões. São 24 textos curtos para entreter e fazer pensar.
7 em estoque (pode ser encomendado)
Categorias: Carlini & Caniato, Conto, Lançamentos, Literatura
Descrição

Eduardo Mahon é advogado, escritor, doutor em Estudos Literários pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat). Foi presidente da Academia Mato-grossense de Letras e faz parte do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso. Autor de diversos livros, já foi selecionado pelo PNLD do Ministério da Educação e premiado em diversos editais públicos. Editou por 5 anos a Revista Literária Pixé e, mais recentemente, circulou por inúmeras escolas mato-grossenses com os 10 títulos da coleção Contos Estranhos.
Informação adicional
| Peso | 0,230 kg |
|---|---|
| Dimensões | 12,8 × 19 cm |
| Ano de publicação |
2024 |
| Edição |
1ª |
| ISBN |
978-85-8009-356-8 |
| Páginas |
128 |
| Acabamento |
Capa dura |
Avaliações (0)
Seja o primeiro a avaliar “Golpe de Vista” Cancelar resposta
Você precisa fazer logged in para enviar uma avaliação.
Você também pode gostar de…
O imprevisto
R$59,30
Enclausurado em um antigo manicômio, o escriturário Ramiro Noronha faz um relato pormenorizado do bárbaro crime que cometeu. O tiro fatal na cigana selou a sorte da personagem. A partir da internação, o insubmisso paciente apresenta uma curiosa teoria sobre sua própria situação, interagindo com os leitores que podem ou não concordar. O frenético monólogo que mistura realidade e imaginação faz com que a interpretação sobre os fatos oscile entre variados pontos de vista. O novo romance de Eduardo Mahon problematiza a relação de poder em vários campos do conhecimento e convida os leitores a somar novas perspectivas ao crime do imprevisível protagonista. No fim, toda lucidez será posta em xeque.
Produtos relacionados
Gula d’água
R$42,90
A voracidade poética de Luciene Carvalho em Gula d’Água expressa a sede por amor de uma mulher insaciável, Sede que não se satisfaz com pouco. O amor que permeia a obra se trata de um movimento torrencial. As três partes, intituladas cama, mesa e banho, nos direcionam para o cotidiano feminino, pois seja na cama, na mesa ou no banho sempre é tempo para o amor.
O amor apresentado na poética luciênica em Gula d’Água, apesar de toda a voracidade, é carregado de intimidade e afetividade, que são demarcadas pelo espaço de convivência em todas as estações do ano, em todas as fases da lua.
Agnus Dei – No mar de agua doce
R$72,80
No Pantanal, o ritmo das águas rege a vida e os sentimentos em um oceano adocicado pela paixão. O romance vivenciado na década de 1930, no bucólico arraial de Poconé, fundado em 1777, a 100 quilômetros de Cuiabá, capital de Mato Grosso, é uma grande paixão que se fundiu aos mistérios da maior planície alagada do Planeta.
Agnus Dei - No Mar de Água Doce resgata o cotidiano rural pantaneiro que se perdeu no tempo. A cultura, a culinária e o modo peculiar do falar são os temperos da lida com o gado, das conduções de boiadas, caçadas, pescarias, histórias de assombração, tramas, vidas que chegam e que vão. Ficção e realidade dividem a mesma canoa imaginada pelo autor.
Uirapuru
R$68,00
O sertão é coisa...
O sertão não tem definição.
É alma e coração.
Uirapuru, Terra do Adeus... é um credo sertanejo. Ainda não dá para afirmar que o Brasil seja totalmente urbano, mesmo as áreas mais adensadas do país sofrem influência do modo de ser do caboclo, ao menos em algum comportamento. Temos pontualmente a música, costumes e linguagem, como determinantes dessa presença indiscutível.
A narrativa apresentada em terceira pessoa, onde o narrador se apresenta em determinados momentos, quase imperceptível para um leitor menos atento, que se esquece de sua presença inicial, e não o identifica sentado em uma mesa, ou ouvindo uma história da boca dos naturais, ou lendo em dados registrados.
Passaram-se pouco mais de oitenta anos desde a criação de uma estratégia de interiorização, o programa “Marcha Para o Oeste”, um ousado plano de inclusão territorial, social, com projetos de desenvolvimento criados para estimular uma maior presença humana brasileira no Centro Oeste e Norte do país. Todavia, os processos migratórios não obedeceram necessariamente a vontade governamental, e nesta situação muitas histórias diametrais e conflitantes passaram pela vida/tempo, deixando e levando sua marca.
O choque e o descaso do progresso, que vem com máquinas barulhentas, empurrando os que não se adaptam e premiando quem entende e se alia ao mesmo. O progresso não reconhece passado, ou pioneirismo. O progresso é a marcha necessária que pisoteia o despreparo.
UIRAPURU, TERRA DO ADEUS. Auto do Sertão: O Evangelho de João da Cruz. É uma história urgente, hilária, lacônica. É o Brasil se descortinando.
O autor
Contos escolhidos de Jose de Mesquita
R$44,00
A obra organizada por Eduardo Mahon, contém introdução que contextualiza a produção literária de José de Mesquita, considerado “O Patrono da Literatura Mato-grossense” e ainda justifica e analisa a seleção dos contos selecionados, os quais são reproduzidos integralmente, na sequência. Sendo eles: “Corá”; “O drama do ‘arrombado’”; “A burguezinha ou as linhas ocultas do destino”; “A cavalhada”; “Renúncia”; “Sangue sertanejo”; “Fortunato ou o forçado da felicidade” e “A mandinga”.
A publicação, lançada no ano de comemoração do centário da Academia Mato-grossense de Letras, instituição essa de maior importância na área no Estado e fundada por Joé de Mesquita, oportuniza estudo sobre literatura, linguística, filologia, história e o contato direto com contos publicados em quatro livros, nas décadas de 30 e 40, mas esgotado há muitos anos.
Resumo da ópera
R$45,20
Um homem que soube da própria morte pelo jornal, uma menina cujos cabelos não paravam de crescer, um rapaz que se via replicado dentro de uma lantejoula, a mulher que conversava com um buraco na parede do apartamento, o arco-íris anunciado na vitrine de uma loja de brinquedos, todas essas histórias fantásticas estão na reunião de contos de Eduardo Mahon. Questionar os limites do possível e transformar os sonhos em realidade cotidiana faz parte do universo do autor, comprometido com a refundação da mágica na vida dos seus leitores.
O vírus do Ipiranga
R$44,40
As personagens do livro de contos O vírus do Ipiranga vivem situações limítrofes, pressionadas pela angústia da quarentena. Forçadas a vivenciar o isolamento social, evidenciam suas neuroses até o limite do verossímil. Surgem nessa zona cinzenta entre o possível e o impossível situações que obrigam o leitor a refletir sobre a própria humanidade, seus medos, desejos, ambições e angústias. Eduardo Mahon encerra a coletânea com um texto longo a costurar realidades sociais simultâneas, tão longe e tão perto de todos nós.
Água não tem galho
R$61,90
Água não tem galho traz como matéria um lugar. Sob a forma do conto, instaura suas narrativas num espaço comum. Cuiabá é a porção em que os narradores se pronunciam, os tempos progridem, os conflitos amarram. A cidade é o lugar-personagem onde todas as personagens se movem, do começo ao fim.
O livro reúne cinco autores, que se conheceram entre oficinas literárias e continuaram se reunindo,
para prosear sobre literatura, mas também tecê-la. Em cada autor, uma Cuiabá para macular a ideia de cultura regional pura.
Coração Madeira
R$59,90
Ao deixar para trás o sul do país e empreender a Marcha para o Oeste até o inóspito sertão Amazônico, a jovem protagonista atravessa também as fronteiras entre o medo e a coragem, a dúvida e a certeza. Uma travessia em que ela descobre a força ancestral de uma voz que a chama para a construção do próprio destino. Os limites do patriarcado são as árvores mortas que ela transforma em árvores vivas para tecer sua nova história, agora matriarcal. Raízes de memórias e galhos do presente, às vezes espinhosos, outras suaves, mas sempre cheios de potência de vida, são entrelaçados em um romance costurado com organicidade e os fios luminosos da poesia.

Avaliações
Não há avaliações ainda.