Dona
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Dona retrata uma invisibilidade que denuncia a condição da mulher que chegou aos cinquenta anos: madura, segura, mas em totalidade cambiante. Nessa mulher, ao mesmo tempo em que há dor, brota também a consciência da nova existência que vai jogando fora o que é sem graça, desimportante, banal. Ela descobre um novo jeito de encarar o espelho, onde já há marcas nas mãos, e as mãos fazem poesia!
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Luciene Carvalho é escritora e poeta. Publicou Conta-gotas; Sumo da lascívia; Aquelarre ou o livro de Madalena; Porto; Cururu e Siriri do Rio Abaixo (Instituto Usina); Caderno de caligrafia (Cathedral); Teia (Teia 33); Devaneios poéticos: coletânea (EdUFMT); Insânia (Entrelinhas) e Ladra de flores; Dona; Na pele; Doze contos: interpretando a miragem; Gula d’água (Carlini & Caniato). Estas obras conquistaram prêmios e condecorações.
Parte importante do seu trabalho, como declamadora, se faz em shows poéticos em que une figurino, efeitos cênicos e trilhas musicais para oferecer sua poesia viva e colocá-la a serviço da emoção da plateia.
Luciene ocupa a cadeira nº 31 da Academia Mato-grossense de Letras.
| Peso | 0,168 kg |
|---|---|
| Dimensões | 13,8 × 20,8 cm |
| Páginas |
128 |
| Edição |
2ª |
| Ano de publicação |
2018 |
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“Contra o sombrio clima do pós-tudo, sua solaridade é bálsamo e antídoto. Seus poemas, porém, não se vazam em formas literárias ou visões de mundo ingênuas: neles, a simplicidade é conquista e construção.” (Antonio Carlos Secchin)

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