Borboletas infintas de coração imperfeito
R$51,90
Esta segunda edição é lançada justamente na data de comemoração de 10 anos da primeira edição. A obra poética revela a autora mais jovem, porém não menos profunda. Ela sofre calada, observando, vive deslocada, inquieta, desconcertada.
Disponível por encomenda
Categorias: Carlini & Caniato, Literatura, Poesia
Descrição

Stéfanie Sande é escritora, mestre e doutora em escrita criativa pela PUCRS. Em 2014, publicou o livro de poemas Borboletas infinitas de coração imperfeito. Em 2015, passou três meses na França, onde escreveu o romance O último verso, vencedor do prêmio Mato Grosso de Literatura. Virgínia, seu segundo romance, foi publicado em 2021. Café Majestic é o seu primeiro livro lançado pela Alfaguara, do grupo Companhia das Letras.
Informação adicional
| Peso | 0,106 kg |
|---|---|
| Dimensões | 13,8 × 20,8 cm |
| Ano de publicação |
2025 |
| Edição |
2ª |
| ISBN |
978-85-8009-379-7 |
| Páginas |
64 |
Você também pode gostar de…
Virgínia
R$53,90
Produtos relacionados
Serena
R$45,00
Mascote do caos
R$53,90
Mascote do caos traz "cronicontos" divertidos que misturam ficção e realidade. Assim como sugere o título, um cãozinho, fofo e simpático, mas que “toca o terror” subvertendo a ordem das coisas, os textos de Lucas provocam no leitor(a) essa mesma sensação, pois em sua maioria partem de uma linguagem jornalistica para relatar situações bizarras de forma questionadora, criativa e divertida. Para além dos textos muito bem humorados há a sagacidade da crítica ao modo de vida da sociedade contemporânea.
Doze contos – interpretando a miragem
R$48,00
Doze contos – interpretando a miragem evidencia ciclos femininos, pois marca na divisão dos meses do ano a desconstrução da imagem da mulher fixada em regras de comportamentos de cunho moralizante. Luciene rompe com a ideia homogeneizante do ser mulher ao trazer personagens que representam situações cotidianas porém, que nos fazem refletir sobre a situação social da mulher abandonada, da mulher que vive em função do outro, da sexualidade, do incesto e do trabalho. Nesse sentido, refletir sobre a escrita da mulher é se deparar com a revelação do não dito no decorrer da história.
Agnus Dei – No mar de agua doce
R$72,80
No Pantanal, o ritmo das águas rege a vida e os sentimentos em um oceano adocicado pela paixão. O romance vivenciado na década de 1930, no bucólico arraial de Poconé, fundado em 1777, a 100 quilômetros de Cuiabá, capital de Mato Grosso, é uma grande paixão que se fundiu aos mistérios da maior planície alagada do Planeta.
Agnus Dei - No Mar de Água Doce resgata o cotidiano rural pantaneiro que se perdeu no tempo. A cultura, a culinária e o modo peculiar do falar são os temperos da lida com o gado, das conduções de boiadas, caçadas, pescarias, histórias de assombração, tramas, vidas que chegam e que vão. Ficção e realidade dividem a mesma canoa imaginada pelo autor.
Eles não podem tirar isso de mim
R$52,30
Por que a narradora conta essa história? O leitor está convidado a mergulhar nas intrincadas relações de uma infância complexa e dramática. A escalada de surpresas apresentadas por Mahon, numa narrativa tensa e dinâmica, revela traumas profundos que forçaram a protagonista a ultrapassar o limite da razão. Cicatrizes dolorosas, que podem estar escondidas em muitas famílias, são expostas de forma envolvente e corajosa.
Resumo da ópera
R$45,90
Um homem que soube da própria morte pelo jornal, uma menina cujos cabelos não paravam de crescer, um rapaz que se via replicado dentro de uma lantejoula, a mulher que conversava com um buraco na parede do apartamento, o arco-íris anunciado na vitrine de uma loja de brinquedos, todas essas histórias fantásticas estão na reunião de contos de Eduardo Mahon. Questionar os limites do possível e transformar os sonhos em realidade cotidiana faz parte do universo do autor, comprometido com a refundação da mágica na vida dos seus leitores.
O vírus do Ipiranga
R$45,90
As personagens do livro de contos O vírus do Ipiranga vivem situações limítrofes, pressionadas pela angústia da quarentena. Forçadas a vivenciar o isolamento social, evidenciam suas neuroses até o limite do verossímil. Surgem nessa zona cinzenta entre o possível e o impossível situações que obrigam o leitor a refletir sobre a própria humanidade, seus medos, desejos, ambições e angústias. Eduardo Mahon encerra a coletânea com um texto longo a costurar realidades sociais simultâneas, tão longe e tão perto de todos nós.
Jardim de ossos
R$52,90
Jardim de ossos de Marli Walker explora, como o título indica, a profusão de ossadas que vão se produzindo na vida de uma pessoa ao longo do tempo. O principal campo semântico a ser trabalhado é o do osso enquanto estrutura que se forma em torno da subjetividade conforme se acumulam as experiências vividas. Todos os seres humanos que alcançaram algumas décadas de existência forçosamente apresentam certa couraça de proteção construída pelo acúmulo de desilusões e perdas. A fossilização dos afetos, pelo menos em certa medida, é necessária à sobrevivência e também inevitável.
