A gente era obrigada a ser feliz

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Neste novo romance, Eduardo Mahon provoca o leitor a mergulhar na História do Brasil de uma forma inovadora. São cerca de 50 anos de agitação, com eleições e golpes, narrados por um homem singular – Aurélio do Espírito Santo. O negro favelado, que consegue o emprego de cavalariço num quartel, vai guiar a leitura por percepções tão particulares que o Brasil não parecerá o mesmo.

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Eduardo Mahon


É natural do Rio de Janeiro, autor de romances, livros de contos e poesias. Mora em Cuiabá-MT e é casado com a dentista Clarisse Mahon, tendo com ela trigêmeos: José Geraldo, João Gabriel e Eduardo Jorge. Obras do autor, pela Carlini & Caniato: Nevralgias / Doutor Funéreo e outros contos de morte / O cambista / Meia palavra vasta / Palavra de amolar / Palavrazia / O fantástico encontro de Paul Zimmermann / Contos estranhos (Weird tales) / Quem quer ser assim sem querer? / Um certo cansaço do mundo / O homem binário e outras memórias da senhora Bertha Kowalski / Alegria / Azul de fevereiro / A gente era obrigada a ser feliz / Mea culpa 

Peso 0.38 kg
Dimensões 13.8 × 20.8 cm
Páginas

304

Edição

Ano de publicação

2019

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