Intermitência
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Intermitência, em intervalos descontínuos, traz em gradação na poesia o “eu”, o “verso”, o “sentimento” e o “cotidiano”. A ausência, o desconforto do ser ante o vazio, alguma força (um fórceps) que o impele a seguir, embora a paisagem cotidiana resulte intermitente e o verso confesse, por vezes, a ânsia do sujeito lírico por algum compasso, alguma cadência ou circunstância contínua e regular onde possa apascentar sua poesia. Mas não há continuidade. Não há qualquer vislumbre de constância. O que resta ao leitor é testemunhar o universo interrompido que Edson Flávio apresenta com a voz inconfundível do poeta lírico que é.
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Edson Flávio Santos
é cacerense, doutor em estudos literários, professor e integrante do Núcleo de Pesquisas Wlademir Dias-Pino (PPGEL/Unemat). É consultor ad hoc e membro de corpo editorial com diversas publicações em revistas, jornais
e suplementos literários. Escreveu Aldrava (2020) e Utopias e resistências na obra de Pedro Casaldáliga – escritos escolhidos (2021).
Instagram: @edsonflaviosantos
| Peso | 0,146 kg |
|---|---|
| Dimensões | 13,8 × 20,8 cm |
| Páginas |
96 |
| Edição |
1ª |
| Ano de publicação |
2023 |
| ISBN |
978-85-8009-334-6 |
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