Aldrava
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A Aldrava está para a porta como o ser está para os gritos abafados, ou “a saudade que seca e estria os nervos, disseca, corrói”. É figuração do real para falar do próprio mundo interior. Ao se aproximar de um poema, o leitor encontra mundos que precisam ser explorados, portas que clamam por serem abertas. Frente a um poema, não há trancas e nem tramelas e as aldravas podem ser manipuladas de forma a que atendam aos chamados de quem está na soleira da porta.
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Edson Flávio Santos é doutor em Estudos Literários pela Universidade do Estado de Mato Grosso (PPGEL/UNEMAT). Mora em Cáceres, MT, colabora com a Revista Literária Pixé e integra o grupo de pesquisa Wlademir Dias-Pino.
| Peso | 0,108 kg |
|---|---|
| Dimensões | 13,8 × 20,8 cm |
| Páginas |
68 |
| Edição |
1ª |
| Ano de publicação |
2020 |
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“Contra o sombrio clima do pós-tudo, sua solaridade é bálsamo e antídoto. Seus poemas, porém, não se vazam em formas literárias ou visões de mundo ingênuas: neles, a simplicidade é conquista e construção.” (Antonio Carlos Secchin)

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