Me LiterAtura
R$45,00
Histórias de casos de amor que se sufocam em suas próprias ranhuras – o não dito, o não percebido, o não sentido, o pulsar do gosto pelo crime, invariavelmente pelas mãos e poder de sedução de alguém com um sério transtorno de personalidade. Neste sentido, a literatura de Rafaella Elika é pouco afeita a concessões. De qualquer espécie.”
Disponível por encomenda
Categorias: Carlini & Caniato, Conto, Literatura
Descrição
Rafaella Elika Borges
Imagine um ser Geminiano, em seguida imagine seu ascendente em Aquário. Agora lhe exponha uma conversa acerca do existencialismo e terá uma pá atrás da outra de alusões e uma maiêutica sem fim que o deixará sem sono daqui para frente.
Rafaella Elika Borges, nascida em 13 de junho de 1995.
Informação adicional
| Peso | 0,112 kg |
|---|---|
| Dimensões | 13,8 × 21 cm |
| Páginas |
64 |
| Edição |
1ª |
| Ano de Publicação |
2016 |
Produtos relacionados
Inclassificáveis
R$48,70
A pacata rotina da cidade de Cartesinos se transforma completamente com a chegada do circo. Mas não é um circo qualquer. A trupe que se apresenta na cidade é tão estranha que seus integrantes passam a ser conhecidos como “inclassificáveis”. A narrativa baseada no impacto da arte no cotidiano embrutecido conduz o leitor a refletir sobre a importância de valores imateriais no mundo contemporâneo. Descobriremos que o sonho é tão essencial quanto a vida.
Obra aprovada no PNLD 2021.
Contém material de apoio ao professor na aba "sala dos professors"
Mato Grosso por Rai Reis (e-book gratuito)
Gula d’água
R$42,90
A voracidade poética de Luciene Carvalho em Gula d’Água expressa a sede por amor de uma mulher insaciável, Sede que não se satisfaz com pouco. O amor que permeia a obra se trata de um movimento torrencial. As três partes, intituladas cama, mesa e banho, nos direcionam para o cotidiano feminino, pois seja na cama, na mesa ou no banho sempre é tempo para o amor.
O amor apresentado na poética luciênica em Gula d’Água, apesar de toda a voracidade, é carregado de intimidade e afetividade, que são demarcadas pelo espaço de convivência em todas as estações do ano, em todas as fases da lua.
Descalços
R$45,30
Uirapuru
R$68,00
O sertão é coisa...
O sertão não tem definição.
É alma e coração.
Uirapuru, Terra do Adeus... é um credo sertanejo. Ainda não dá para afirmar que o Brasil seja totalmente urbano, mesmo as áreas mais adensadas do país sofrem influência do modo de ser do caboclo, ao menos em algum comportamento. Temos pontualmente a música, costumes e linguagem, como determinantes dessa presença indiscutível.
A narrativa apresentada em terceira pessoa, onde o narrador se apresenta em determinados momentos, quase imperceptível para um leitor menos atento, que se esquece de sua presença inicial, e não o identifica sentado em uma mesa, ou ouvindo uma história da boca dos naturais, ou lendo em dados registrados.
Passaram-se pouco mais de oitenta anos desde a criação de uma estratégia de interiorização, o programa “Marcha Para o Oeste”, um ousado plano de inclusão territorial, social, com projetos de desenvolvimento criados para estimular uma maior presença humana brasileira no Centro Oeste e Norte do país. Todavia, os processos migratórios não obedeceram necessariamente a vontade governamental, e nesta situação muitas histórias diametrais e conflitantes passaram pela vida/tempo, deixando e levando sua marca.
O choque e o descaso do progresso, que vem com máquinas barulhentas, empurrando os que não se adaptam e premiando quem entende e se alia ao mesmo. O progresso não reconhece passado, ou pioneirismo. O progresso é a marcha necessária que pisoteia o despreparo.
UIRAPURU, TERRA DO ADEUS. Auto do Sertão: O Evangelho de João da Cruz. É uma história urgente, hilária, lacônica. É o Brasil se descortinando.
O autor
Eles não podem tirar isso de mim
R$52,30
Por que a narradora conta essa história? O leitor está convidado a mergulhar nas intrincadas relações de uma infância complexa e dramática. A escalada de surpresas apresentadas por Mahon, numa narrativa tensa e dinâmica, revela traumas profundos que forçaram a protagonista a ultrapassar o limite da razão. Cicatrizes dolorosas, que podem estar escondidas em muitas famílias, são expostas de forma envolvente e corajosa.
Contos escolhidos de Jose de Mesquita
R$59,90
A obra organizada por Eduardo Mahon, contém introdução que contextualiza a produção literária de José de Mesquita, considerado “O Patrono da Literatura Mato-grossense” e ainda justifica e analisa a seleção dos contos selecionados, os quais são reproduzidos integralmente, na sequência. Sendo eles: “Corá”; “O drama do ‘arrombado’”; “A burguezinha ou as linhas ocultas do destino”; “A cavalhada”; “Renúncia”; “Sangue sertanejo”; “Fortunato ou o forçado da felicidade” e “A mandinga”.
A publicação, lançada no ano de comemoração do centário da Academia Mato-grossense de Letras, instituição essa de maior importância na área no Estado e fundada por Joé de Mesquita, oportuniza estudo sobre literatura, linguística, filologia, história e o contato direto com contos publicados em quatro livros, nas décadas de 30 e 40, mas esgotado há muitos anos.
A Nova Defensoria Pública e os Desafios Contemporâneos da Inteligência de Estado
R$49,00
A obra é formada por 12 artigos, que tratam dos novos desafios os quais demandam novas ações e inéditas estratégias no âmbito da Defensoria Pública.
Do planejamento à execução de atividades relacionadas à gestão e às ações finalísticas, o foco principal é o cumprimento das funções institucionais de forma produtiva e eficiente. Não há mais espaços para os “achismos” e as improvisações tão nefastas ao bom desenvolvimento de estruturas da Administração Pública.
A construção desse novo paradigma pressupõe a implantação de uma inovadora cultura, calcada em práticas como prevenção, produção qualificada de conhecimento, análise de cenários, avaliação de riscos e proteção de dados, além do emprego de técnicas e equipamentos para o aperfeiçoamento da segurança institucional.
Nada mais justo e adequado, pois, que uma Instituição de Estado, permanente e essencial, se fortaleça com ferramentas de Inteligência, visando identificar ameaças, riscos e oportunidades ao bom desenvolvimento de suas funções em benefício da sociedade.
A incorporação da Inteligência nas atividades institucionais da Defensoria Pública é algo imanente à importância estratégica da própria instituição, mesmo porque, na defesa da dignidade humana, fundamento de nossa República, a atuação funcional dos seus membros, por vezes, incomoda agentes e grupos que ousam perpetuar a realidade de violações atentatórias aos interesses da nação.
