Sacadas para solos de canto e arremedo
Nos poemas de Icleia, as palavras brotam com a naturalidade dos sentimentos genuínos e a preciosidade do domínio sensível dos significados. Os versos traduzem o sentir humano como fenômenos da natureza e revelam um olhar que adentra o corpo, explorando-o em suas emoções mais sinceras, por meio de um linguajar que acolhe os(as) leitores(as) e lhes oferece um cafezim quentim, desses que aquecem a alma, pousado com cuidado sobre uma toalha com barrado de crochê.
Vidas: 60 microcontos para viagem
Nestes microcontos, que o autor diz ter escrito em versos (conforme a apresentação), a linguagem alterna suas vestes de poesia, de prosa e de lugares-comuns para compor gestos cotidianos íntimos ou coletivos. Os episódios têm sabor de um tempo fotografado, como se o olhar escolhesse dizer apenas o suficiente. Empreitada de quem anda com os “pés no chão”, a “cabeça nas nuvens” e um “coração descompassado”.
Tudo o mais é viagem, doravante guiada pelo leitor.
Inclassificáveis
A pacata rotina da cidade de Cartesinos se transforma completamente com a chegada do circo. Mas não é um circo qualquer. A trupe que se apresenta na cidade é tão estranha que seus integrantes passam a ser conhecidos como “inclassificáveis”. A narrativa baseada no impacto da arte no cotidiano embrutecido conduz o leitor a refletir sobre a importância de valores imateriais no mundo contemporâneo. Descobriremos que o sonho é tão essencial quanto a vida.
Obra aprovada no PNLD 2021.
Contém material de apoio ao professor na aba "sala dos professors"
Aviso prévio
Das Neves, um pescador que vive em uma pequena cidade na Amazônia, comenta com seu cunhado que Deus deveria revelar a data da morte de cada um de nós. A conversa se espalha, chegando aos ouvidos de um deputado, que propõe o projeto de lei ‘Aviso Prévio’. Em pouco tempo, multidões ocupam as ruas
e ‘Aviso Prévio’ se torna o assunto mais falado em todo o mundo, levando a ONU, o Vaticano, a CIA e as pessoas mais poderosas do planeta a quererem pôr um ponto final naquela situação.
O apanhador de estrelas
O fervo da terra
Luana é uma jovem de 18 anos que atua como jurada em um tribunal criminal. Por meio dos depoimentos genuínos do indígena Aké, ela passa a conhecer e refletir sobre uma realidade distante da sua: a migração de gaúchos para os estados do Norte do Brasil em busca de novas oportunidades e os conflitos que surgiram quando se depararam com a “corrida do ouro”, entre as décadas de 1970 e 1990. Esse período foi marcado pela criação de cidades e vilarejos de crescimento desordenado, o que abalou o equilíbrio das comunidades rurais e afetou profundamente a situação sociocultural dos povos indígenas que sempre habitaram a região.
A narrativa entrelaça tramas que envolvem relações familiares, a ganância pelo lucro rápido com o ouro, paixões, conquistas morais e suas derrotas, além da devastação da natureza.
A narrativa entrelaça tramas que envolvem relações familiares, a ganância pelo lucro rápido com o ouro, paixões, conquistas morais e suas derrotas, além da devastação da natureza.
O clã da cutia e suas traquinagens
A obra vai além de histórias sobre animais e suas aventuras, é também uma reflexão acerca da interconexão de todas as formas de vida e a necessidade urgente de preservarmos nosso meio ambiente. A cutia, símbolo de astúcia e adaptabilidade, se torna a protagonista que, com um espírito comunitário, une outros animais para enfrentar os desafios impostos pelo avanço humano. Este livro é um chamado à ação, uma celebração da amizade, da sabedoria da natureza e da importância de lutar por um futuro sustentável.
A obra contém um glossário que pode ser acessado através do link: https://tantatinta.com.br/o-cla-da-cutia/
Sugestões aos educadores e mediadores de leitura
Faixa etária: 8 a 12 anos.
Indicação: 5º ao 8º Ensino Fundamental I e II
Trabalho interdisciplinar: Língua portuguesa / Geografia / Biologia
Assuntos: animais do Cerrado, mudanças climáticas, amizade.
Temas contemporâneos: trabalho colaborativo, ecologia, cultura do campo.
Marmelino e Fragarinha – contam a história do áureo fruto de Delfim Moreira
Noves fora
Cristina Campos nos revela o Noves Fora das Letras, aquela prova matemática para checar se as contas estavam certas, que parecia uma fórmula mágica. Toda uma ordem dissimulada e escondida era revelada. Noves Fora, Nada!
Assim é Noves Fora o livro, onde texto, formas e ilustrações se fundem para criar uma voz própria. De repente, uma coisa vira outra. Não há mapa, traçado, sinopse. Não há medula nem tronco. Noves fora é um método radicular de escrever que vai despretensiosamente se esparramando inconsútil até vicejar livro.
Fragmentos da história cultural de Cáceres e outros fios da memória – Vol. II
Fragmentos da história cultural de Cáceres e outros fios da memória – Vol. I
A obra Fragmentos da História Cultural de Cáceres (e outros fios da memória), em dois volumes, reúne textos produzidos em temporalidades distintas sobre a cidade de Cáceres, que sob o olhar sensível do escritor e poeta cacerense, Natalino Ferreira Mendes, mesclam acontecimentos passados e presentes, projetando novas significações, novos olhares para a cidade.
A sua obra Fragmentos da História Cultural de Cáceres (e os fios da memória), em dois volumes, transporta para o presente as impressões de um homem sensível e atento à história, às mudanças e ao progresso de Cáceres, inaugurando os primeiros textos que historicizam a sua terra natal