Virgínia
R$53,90
Ariel é uma jovem que se vê em meio às incertezas tão presentes na vida da sua geração: sentimentos amorosos confusos, inseguranças causadas pela pandemia da Covid-19 e ainda uma personalidade tímida e carente, que vai aos poucos revelando uma delicada e profunda paixão por Virgínia.
10 em estoque (pode ser encomendado)
Descrição

Stéfanie Sande é formada em jornalismo, mestre e doutoranda em Escrita Criativa (PUCRS). Publicou os livros Borboletas infinitas de coração imperfeito – poemas (2014) e O último verso – romance (2016), sendo este vencedor do 1º Prêmio Mato Grosso de Literatura. Virgínia (2021) é seu segundo romance.
Informação adicional
| Peso | 0,176 kg |
|---|---|
| Dimensões | 1,8 × 13,8 × 20,8 cm |
| Ano de Publicação |
2021 |
| Edição |
1ª |
| ISBN |
978-65-994069-3-5 |
| Páginas |
128 |
Produtos relacionados
Tikare: alma-de-gato
R$53,20
Tikare alma-de-gato é uma ficção que registra/recupera histórias, mitos e práticas de um povo indígena que vive no imenso Chapadão do Parecis-MT; propõe uma reflexão sobre os modos de contato entre indígenas e não indígenas e sobre a necessária garantia de espaço para a vida dessas comunidades. Cumpre a tarefa necessária de formar leitores conscientes da importância da diversidade cultural do Brasil e do mundo. É um livro para todas as idades mas, em especial, para o público juvenil.
Nave alienígena
R$63,00
Através de 7 contos, narrados por homens complexos e falocráticos, Divanize Carbonieri escancara personagens abusivos, violentos, tóxicos e perversos, principalmente com o gênero oposto, oriundos de diversos estratos sociais brasileiros. A obra se contrói em linguagem crua e fluida, que se condensa em uma literatura com estética elaborada, envolvente e provocante, da primeira à ultima palavra.
Sinais de chegadas: sonhos e conflitos que rasgaram territórios indígenas no coração da Amazônia
R$73,90
Sinais de chegadas é um romance histórico baseado em fatos verídicos. A narrativa se dá no Brasil, quando os objetivos desenvolvimentistas por parte do governo federal incluíam estabelecer o povoamento e a ligação do país com a região amazônica, por meio de rodovias.
Com o conhecimento de que, ao longo desse trajeto, existiam áreas habitadas por “índios gigantes”, foi criado oficialmente pelo governo um grupo de homens de origens, passados e objetivos bem diversos, a fim de estabelecer contato com esses povos e assim possibilitar não só a construção de rodovias, como também ocupar essas regiões.
Em meio a esse pano de fundo, o autor adentra com propriedade nas profundezas da alma dos personagens: lembranças, sonhos e conflitos transcorrem regidos pelo tempo das matas, dos mitos e dos indígenas.
O segredo de Marguerite
R$64,90
Uirapuru
R$68,00
O sertão é coisa...
O sertão não tem definição.
É alma e coração.
Uirapuru, Terra do Adeus... é um credo sertanejo. Ainda não dá para afirmar que o Brasil seja totalmente urbano, mesmo as áreas mais adensadas do país sofrem influência do modo de ser do caboclo, ao menos em algum comportamento. Temos pontualmente a música, costumes e linguagem, como determinantes dessa presença indiscutível.
A narrativa apresentada em terceira pessoa, onde o narrador se apresenta em determinados momentos, quase imperceptível para um leitor menos atento, que se esquece de sua presença inicial, e não o identifica sentado em uma mesa, ou ouvindo uma história da boca dos naturais, ou lendo em dados registrados.
Passaram-se pouco mais de oitenta anos desde a criação de uma estratégia de interiorização, o programa “Marcha Para o Oeste”, um ousado plano de inclusão territorial, social, com projetos de desenvolvimento criados para estimular uma maior presença humana brasileira no Centro Oeste e Norte do país. Todavia, os processos migratórios não obedeceram necessariamente a vontade governamental, e nesta situação muitas histórias diametrais e conflitantes passaram pela vida/tempo, deixando e levando sua marca.
O choque e o descaso do progresso, que vem com máquinas barulhentas, empurrando os que não se adaptam e premiando quem entende e se alia ao mesmo. O progresso não reconhece passado, ou pioneirismo. O progresso é a marcha necessária que pisoteia o despreparo.
UIRAPURU, TERRA DO ADEUS. Auto do Sertão: O Evangelho de João da Cruz. É uma história urgente, hilária, lacônica. É o Brasil se descortinando.
O autor
Eles não podem tirar isso de mim
R$52,30
Por que a narradora conta essa história? O leitor está convidado a mergulhar nas intrincadas relações de uma infância complexa e dramática. A escalada de surpresas apresentadas por Mahon, numa narrativa tensa e dinâmica, revela traumas profundos que forçaram a protagonista a ultrapassar o limite da razão. Cicatrizes dolorosas, que podem estar escondidas em muitas famílias, são expostas de forma envolvente e corajosa.
Mea culpa
R$72,30
O relato de um escrivão de polícia sobre o crime da mulher que matou a mãe traz à tona uma discussão que ultrapassa a própria morte. Em seu 60 romance, Eduardo Mahon promove mais uma alegoria, dessa vez sobre a verdade e suas múltiplas versões. Ao passear pela tensa redemocratização brasileira, o autor questiona os papéis de investigado e investigador, que se alternam em todo o romance. Esse jogo de múltiplos sentidos levará o leitor a julgar os personagens e, talvez, a si mesmo.
As intermitências da água
R$63,90
Versão em E-Pub
https://www.amazon.com.br/s/ref=nb_sb_noss?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&url=search-alias%3Dstripbooks&field-keywords=As+intermit%C3%AAncias+da+%C3%A1gua
As intermitências da água narra a história de uma cidade que passa por um fenômeno atípico de chuva em excesso seguido de seca em igual escala.
Diante dos extremos causados pela natureza, a condição humana se põe à prova de muitos desafios e, acima de tudo, escolhas. Com isso, muitos terão que decidir o seu presente e, logo, também o seu futuro. O que cada um escolhe para si é um
mistério que se revela a cada página, a cada gota
que não cai, a cada quilômetro percorrido.
