Confins
R$42,90
Nos contos narrados neste livro, os confins do Brasil (e do mundo) podem ser todas as cidades e todos os rincões, não importa, todos os lugares são confins. As paisagens, aquelas deixadas no passado, são revividas por personagens nostálgicos, andantes, observadores, perscrutadores. Uns testemunham, outros relatam suas histórias, outros dialogam, displicentes, construindo uma narrativa sem pretensão. Assim, os afetos e as recordações revelam dores e saudades de personagens tímidos, teimosos, valentes, violentos, distraídos ou vingativos que se cruzam em praças, ônibus, fazendas, estradas, barracos. Na dinâmica das narrativas, as pessoas se revelam.
5 em estoque
Categorias: Carlini & Caniato, Conto, Literatura
Informação adicional
| Peso | 0,216 kg |
|---|---|
| Dimensões | 13,8 × 21 cm |
| Páginas |
168 |
| Edição |
1ª |
| Ano de publicação |
2016 |
Produtos relacionados
Inclassificáveis
R$48,70
A pacata rotina da cidade de Cartesinos se transforma completamente com a chegada do circo. Mas não é um circo qualquer. A trupe que se apresenta na cidade é tão estranha que seus integrantes passam a ser conhecidos como “inclassificáveis”. A narrativa baseada no impacto da arte no cotidiano embrutecido conduz o leitor a refletir sobre a importância de valores imateriais no mundo contemporâneo. Descobriremos que o sonho é tão essencial quanto a vida.
Obra aprovada no PNLD 2021.
Contém material de apoio ao professor na aba "sala dos professors"
Mascote do caos
R$53,90
Mascote do caos traz "cronicontos" divertidos que misturam ficção e realidade. Assim como sugere o título, um cãozinho, fofo e simpático, mas que “toca o terror” subvertendo a ordem das coisas, os textos de Lucas provocam no leitor(a) essa mesma sensação, pois em sua maioria partem de uma linguagem jornalistica para relatar situações bizarras de forma questionadora, criativa e divertida. Para além dos textos muito bem humorados há a sagacidade da crítica ao modo de vida da sociedade contemporânea.
Agnus Dei – No mar de agua doce
R$72,80
No Pantanal, o ritmo das águas rege a vida e os sentimentos em um oceano adocicado pela paixão. O romance vivenciado na década de 1930, no bucólico arraial de Poconé, fundado em 1777, a 100 quilômetros de Cuiabá, capital de Mato Grosso, é uma grande paixão que se fundiu aos mistérios da maior planície alagada do Planeta.
Agnus Dei - No Mar de Água Doce resgata o cotidiano rural pantaneiro que se perdeu no tempo. A cultura, a culinária e o modo peculiar do falar são os temperos da lida com o gado, das conduções de boiadas, caçadas, pescarias, histórias de assombração, tramas, vidas que chegam e que vão. Ficção e realidade dividem a mesma canoa imaginada pelo autor.
Descalços
R$45,30
Uirapuru
R$68,00
O sertão é coisa...
O sertão não tem definição.
É alma e coração.
Uirapuru, Terra do Adeus... é um credo sertanejo. Ainda não dá para afirmar que o Brasil seja totalmente urbano, mesmo as áreas mais adensadas do país sofrem influência do modo de ser do caboclo, ao menos em algum comportamento. Temos pontualmente a música, costumes e linguagem, como determinantes dessa presença indiscutível.
A narrativa apresentada em terceira pessoa, onde o narrador se apresenta em determinados momentos, quase imperceptível para um leitor menos atento, que se esquece de sua presença inicial, e não o identifica sentado em uma mesa, ou ouvindo uma história da boca dos naturais, ou lendo em dados registrados.
Passaram-se pouco mais de oitenta anos desde a criação de uma estratégia de interiorização, o programa “Marcha Para o Oeste”, um ousado plano de inclusão territorial, social, com projetos de desenvolvimento criados para estimular uma maior presença humana brasileira no Centro Oeste e Norte do país. Todavia, os processos migratórios não obedeceram necessariamente a vontade governamental, e nesta situação muitas histórias diametrais e conflitantes passaram pela vida/tempo, deixando e levando sua marca.
O choque e o descaso do progresso, que vem com máquinas barulhentas, empurrando os que não se adaptam e premiando quem entende e se alia ao mesmo. O progresso não reconhece passado, ou pioneirismo. O progresso é a marcha necessária que pisoteia o despreparo.
UIRAPURU, TERRA DO ADEUS. Auto do Sertão: O Evangelho de João da Cruz. É uma história urgente, hilária, lacônica. É o Brasil se descortinando.
O autor
Resumo da ópera
R$45,90
Um homem que soube da própria morte pelo jornal, uma menina cujos cabelos não paravam de crescer, um rapaz que se via replicado dentro de uma lantejoula, a mulher que conversava com um buraco na parede do apartamento, o arco-íris anunciado na vitrine de uma loja de brinquedos, todas essas histórias fantásticas estão na reunião de contos de Eduardo Mahon. Questionar os limites do possível e transformar os sonhos em realidade cotidiana faz parte do universo do autor, comprometido com a refundação da mágica na vida dos seus leitores.
Galileu dançou por muito menos
R$45,90
O angustiante cotidiano de Adalberto fica ainda mais opressivo quando ele recebe a notícia de que o antigo espelho veneziano está quebrado. Ao conferir a informação, depara com o insólito: um outro Adalberto surge para dizer duras verdades que o protagonista precisa ouvir a fim de passar a limpo a própria vida. O conto de Eduardo Mahon coloca o leitor frente a frente consigo mesmo a perguntar-se: será possível?
A Nova Defensoria Pública e os Desafios Contemporâneos da Inteligência de Estado
R$49,00
A obra é formada por 12 artigos, que tratam dos novos desafios os quais demandam novas ações e inéditas estratégias no âmbito da Defensoria Pública.
Do planejamento à execução de atividades relacionadas à gestão e às ações finalísticas, o foco principal é o cumprimento das funções institucionais de forma produtiva e eficiente. Não há mais espaços para os “achismos” e as improvisações tão nefastas ao bom desenvolvimento de estruturas da Administração Pública.
A construção desse novo paradigma pressupõe a implantação de uma inovadora cultura, calcada em práticas como prevenção, produção qualificada de conhecimento, análise de cenários, avaliação de riscos e proteção de dados, além do emprego de técnicas e equipamentos para o aperfeiçoamento da segurança institucional.
Nada mais justo e adequado, pois, que uma Instituição de Estado, permanente e essencial, se fortaleça com ferramentas de Inteligência, visando identificar ameaças, riscos e oportunidades ao bom desenvolvimento de suas funções em benefício da sociedade.
A incorporação da Inteligência nas atividades institucionais da Defensoria Pública é algo imanente à importância estratégica da própria instituição, mesmo porque, na defesa da dignidade humana, fundamento de nossa República, a atuação funcional dos seus membros, por vezes, incomoda agentes e grupos que ousam perpetuar a realidade de violações atentatórias aos interesses da nação.
