Aldrava
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A Aldrava está para a porta como o ser está para os gritos abafados, ou “a saudade que seca e estria os nervos, disseca, corrói”. É figuração do real para falar do próprio mundo interior. Ao se aproximar de um poema, o leitor encontra mundos que precisam ser explorados, portas que clamam por serem abertas. Frente a um poema, não há trancas e nem tramelas e as aldravas podem ser manipuladas de forma a que atendam aos chamados de quem está na soleira da porta.

Edson Flávio Santos é cacerense, doutor em Estudos Literários, professor e integrante do Núcleo de Pesquisas Wlademir Dias-Pino (PPGEL-Unemat). É consultor ad hoc e membro de corpo editorial com diversas publicações em revistas, jornais e suplementos literários.
Escreveu Aldrava (2020), Utopias e resistências na obra de Pedro Casaldáliga – escritos escolhidos (2021), Intermitência (2023) e Antes do amanhã (2024).
Instagram: @edsonflaviosantos
| Peso | 0,115 kg |
|---|---|
| Dimensões | 138 × 208 cm |
| Edição |
2ª |
| Páginas |
72 |
| ISBN |
978-85-8009-381-0 |
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